Para falar sobre o processo de aprendizagem, é preponderante perceber que nos últimos tempos, como resultado da luta das próprias
pessoas com deficiência, vem ganhando espaço na sociedade a proposta de romper com os tradicionais
paradigmas que segregam e em troca participar da construção de procedimentos que possam contribuir para garantir a
essas pessoas as condições necessárias a sua participação como sujeitos sociais.
Acriança não nasce com órgãos aptos a realizar de repente as funções que são
produtos
do desenvolvimento histórico dos homens e se desenvolvem o decurso da vida pela
aquisição
da experiência histórica. (LEONTIEV 1978.p.327)
A primeira condição para compreender o deficiente intelectual e melhorar o seu
processo educativo é aceitar a condição de que o deficiente como todos, é um
ser em processo de aprendizagem e que diante da realidade em que está inserido faz se necessário saber que a escola precisa estar preparada e devidamente qualificada como sendo um ambiente saudável em que adotam uma gestão
escolar verdadeiramente participativa e descentralizada para receber este tipo de
clientela.
Como já citado, em posts anteriores, as consequências dos déficits eminentes nas pessoas com Deficiência
Intelectual aumentam a dificuldade para aprender, entender e realizar
atividades comuns para as outras pessoas. E muitas vezes, essa pessoa se
comporta como se tivesse menos idade do que realmente tem.
Na criança com deficiência intelectual o aprendizado é lento e a criança
apresenta dificuldade de construir conhecimento e demonstrar capacidade cognitiva, além de
ter sua maneira de aprender, tendo em vista a necessidade de sua inserção na escola
regular como forma de estimulo e desenvolvimento de autonomia e cidadania.
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